terça-feira, 25 de agosto de 202602:13:37
Pode chover 44%
TV Alagoas
EducaçãoSemed Maceió promove formação em Educação Especial de 25/08 a 01/09EsportesPrefeito Rodrigo Cunha participa de competições no Gigantão em MaceióCulturaAlfarrábios revitalizados atraem visitantes no Centro de MaceióGeralProcon Maceió inaugura núcleo de atendimento no Benedito BentesEducaçãoPrefeito Rodrigo Cunha entrega Gigantinho Bilíngue no Vergel do LagoGeralSemuc orienta motoristas sobre violência contra a mulher em MaceióGeralPrefeitura de Maceió avança na obra do Mercado do JacintinhoEducaçãoAção educativa da PRF em escola de Santana do Ipanema (AL) emociona crianças e rende cartinha de agradecimento feita à mãoEconomiaRecuperação extrajudicial não afeta indenização em Maceió, diz BraskemGeral INSS volta a liberar consignado sem biometria facial para aposentadosGeralPrefeitura e Dnocs iniciam mapeamento para sistemas de abastecimento de água na zona rural de PalmeiraEconomiaDistribuidoras de energia cortam 1 GW para evitar colapso

Sesau orienta população sobre medidas de prevenção para evitar a leptospirose em período chuvoso

Redação25 de maio de 2023330 visualizações
Sesau orienta população sobre medidas de prevenção para evitar a leptospirose em período chuvoso
© Reprodução

Com a intensificação do período chuvoso em Alagoas, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) alerta os alagoanos sobre as medidas de prevenção para evitar o aumento de casos da leptospirose, doença infecciosa febril, transmitida a partir da exposição à urina de animais como o rato, que estejam infectados pela bactéria Leptospira. Isso porque, diante das fortes chuvas e da ocorrência de enchentes, inundações e do transbordo de córregos e bueiros, por exemplo, o contato com a água contaminada desses locais deve ser evitado, uma vez que os agentes bacterianos penetram na pele com lesões ou nas mucosas, como a nasal e a bucal.

Por isso, além de evitar contato com água que possa estar contaminada pela bactéria Leptospira, usando luvas e botas de borracha, ou sacos plásticos duplos amarrados nas mãos e pés, é necessário proibir as crianças de nadar ou brincar nessas águas. Também deve-se lavar utensílios e móveis e, para isso, é importante usar a proporção de 20 litros de água para duas xícaras de chá (400 ml) de hipoclorito de sódio a 2,5%, deixando a solução agir por 15 minutos.

Também é necessário lavar frutas e verduras com suspeita de contaminação com esta mistura de água e hipoclorito de sódio a 2,5%, bem como ingerir somente água filtrada, fervida ou clorada, uma vez que, durante os períodos chuvosos e diante das inundações, pode haver contaminação da água canalizada. Para controlar os roedores, que são o principal agente de disseminação da leptospirose, presente na urina, é recomendado acondicionar corretamente o lixo, armazenar adequadamente os alimentos, desinfectar e vedar as caixas d´água e realizar desratização nas residências, mediante a orientação, supervisão e atuação de técnicos devidamente capacitados.

Recomendação é utilizar calçados fechados, a exemplo de botas de borrachas, ao andar em locais alagados

Sintomas, Diagnóstico e Tratamento

É importante ressaltar, conforme a Sesau, que o período de incubação da doença, ou seja, o intervalo de tempo entre a transmissão da infecção até o início dos sintomas ocorre entre 7 a 14 dias após a exposição a situações de risco. Além de febre, a pessoa acometida pela leptospirose tem dor de cabeça e muscular, principalmente nas panturrilhas, falta de apetite, náuseas, vômitos e pode ocorrer diarreia, dor nas articulações, vermelhidão ou hemorragia conjuntival, fotofobia (aversão à luz), dor ocular, tosse e, podem ocorrer, raramente, manchas vermelhas na pele, aumento do fígado e do baço, urina escura, insuficiência renal, hepática e respiratória, que podem levar à morte.

Diante destes sintomas, o diagnóstico específico é feito a partir da coleta de sangue no qual será verificado se há presença de anticorpos para leptospirose ou a presença da bactéria. Para isso, são coletadas amostras de sangue dos pacientes nas unidades de saúde, que as encaminham para o Laboratório Central de Alagoas (Lacen/AL). O tratamento, com o uso de antibióticos, deve ser iniciado no momento da suspeita, esteja o paciente no ambiente hospitalar ou não, uma vez que, nos casos leves, a assistência é ambulatorial, conforme prevê o protocolo do Ministério da Saúde (MS).

Dados Epidemiológicos

Conforme o Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan) e o Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM), vinculados ao Ministério da Saúde (MS), em todo o ano passado, Alagoas registrou 86 casos de leptospirose e, destes, 13 evoluíram para óbito. Já no primeiro quadrimestre de 2022 foram 10 casos e três óbitos, enquanto que no mesmo período deste ano, foram registrados 14 casos e nenhum óbito.

Fonte: Secom Alagoas

Continue Lendo