Sem trabalhar há 100 dias, Valesca Popozuda critica ‘mega lives’
A cantora Valesca Popozuda fez um desabafo sincero no Twitter nesta quarta-feira (24). Sem trabalhar há 100 dias, a funkeira criticou a atitude dos artistas que fazem “mega [...]
A cantora Valesca Popozuda fez um desabafo sincero no Twitter nesta quarta-feira (24). Sem trabalhar há 100 dias, a funkeira criticou a atitude dos artistas que fazem “mega lives” com grande número de pessoas envolvidas, e também quem não respeita a quarentena. Mais de 50 mil brasileiros já morreram em decorrência do novo coronavírus.
“Estou há 100 dias sem trabalhar, sou autônomo como muitos! Minha empresa sou eu! Meu setor é um dos mais prejudicados, diferentes de alguns colegas de trabalho eu não tenho empresa pra financiar uma live e me pagar por isso, continuo sem furar o isolamento”, escreveu.
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Valesca disse que segue respeitando a quarentena e, sem patrocínio, não tem que como produzir lives. “Eu sigo aqui de casa, olho todo dia o jornal na esperança que a vacina seja logo lançada, até porque aqui no Brasil já era… Infelizmente não soubemos fazer isolamento, o vírus matou mais de 50 mil e não temos um plano efetivo que funcione”, completou.
A cantora agradeceu aos fãs pela visibilidade que tem na mídia, mas sugeriu que grandes empresas e artistas apoiem os pequenos, além dos profissionais autônomos.
“As grandes empresas ou até mesmo os grandes artistas poderiam também dar a chance e patrocinar lives de outros artistas. Não estou nem falando só de mim, temos atores de teatro parados, temos músicos, temos carregadores de equipamento, produtores! Tá todo mundo parado”, apontou Valesca.
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Por fim, a cantora admitiu que chorou escrevendo a publicação, já que muitas pessoas estão retomando à normalidade mesmo com a pandemia ainda matando diariamente centenas de pessoas.
“Não vamos ser cegos, nosso país infelizmente só volta ao ‘normal’ quando a vacina estiver 90% aplicada por aqui porque até lá vai morrer muita gente , muitos vão continuar furando e outros fingindo que é apenas uma ‘gripezinha'”.
Fonte: JP




