terça-feira, 25 de agosto de 202602:23:48
Pode chover 44%
TV Alagoas
EducaçãoSemed Maceió promove formação em Educação Especial de 25/08 a 01/09EsportesPrefeito Rodrigo Cunha participa de competições no Gigantão em MaceióCulturaAlfarrábios revitalizados atraem visitantes no Centro de MaceióGeralProcon Maceió inaugura núcleo de atendimento no Benedito BentesEducaçãoPrefeito Rodrigo Cunha entrega Gigantinho Bilíngue no Vergel do LagoGeralSemuc orienta motoristas sobre violência contra a mulher em MaceióGeralPrefeitura de Maceió avança na obra do Mercado do JacintinhoEducaçãoAção educativa da PRF em escola de Santana do Ipanema (AL) emociona crianças e rende cartinha de agradecimento feita à mãoEconomiaRecuperação extrajudicial não afeta indenização em Maceió, diz BraskemGeral INSS volta a liberar consignado sem biometria facial para aposentadosGeralPrefeitura e Dnocs iniciam mapeamento para sistemas de abastecimento de água na zona rural de PalmeiraEconomiaDistribuidoras de energia cortam 1 GW para evitar colapso

O ‘ponto ideal’ de sono para proteger a saúde e o cérebro dos adultos

Redação14 de outubro de 2021351 visualizações

De acordo com a pesquisa, a interrupção do sono em indivíduos de idade avançada é comum e muitas vezes está associada a alterações da função cognitiva.

Estas modificações no sono estão igualmente relacionadas com a idade e ao aparecimento de doenças como demência, Alzheimer, depressão e patologias cardiovasculares.

Segundo os investigadores, dormir poucas ou muitas horas pode prejudicar a saúde neurológica dos adultos.

Os voluntários envolvidos no estudo que reportaram dormir pouco – entre seis horas ou menos – apresentaram índices elevados da proteína beta-amiloide, que por sua vez "aumenta bastante" o risco de demência, alerta o investigador e líder do estudo Joe Winter da Universidade de Stanford, na Califórnia, em declarações à CNN.

Sendo que o padrão de sono desses indivíduos foi comparado a outros participantes que relataram dormir entre sete a oito horas por noite - o tempo ideal de repouso.

Mais ainda, aponta a CNN, idosos com sono inadequado tiveram uma performance significativamente pior em testes feitos para avaliar habilidades cognitivas, nomeadamente orientação, foco, atenção, memória, linguagem e capacidades viso espaciais. Além de incidência de demência leve.

Entretanto, dormir horas consideradas excessivas também foi associado a menos funções executivas, porém sem serem registados níveis elevados de beta-amiloide.

O estudo destaca que os participantes que disseram dormir mais – de nove a mais horas – tiveram uma pontuação pior no Teste de Substituição de Símbolos de Dígitos, comparativamente aos indivíduos que reportaram uma duração normal do sono.

"A principal lição é que é importante manter um sono saudável no final da vida", afirmou Winer à CNN.

E acrescentou: "além disso, tanto as pessoas que dormem muito pouco quanto as que dormem muito apresentaram mais sintomas depressivos".

Para Winer, estas descobertas sugerem que o sono curto e longo podem envolver diferentes processos de doenças subjacentes.

A pesquisa internacional analisou 4.417 indivíduos com uma idade média de 71,3 anos, a maioria caucasianos e nascidos nos Estados Unidos, Canadá, Austrália e Japão.

Ambos os grupos — de curta e longa duração do sono — reportaram experienciarem mais sintomas depressivos relativamente ao grupo que dormia um tempo de sono normal.

Se por um lado a ingestão de cafeína não foi associada à duração do sono. Por outro lado, o consumo diário elevado de bebidas alcoólicas apresentou uma relação direta com a probabilidade dos indivíduos dormirem mais.

Conforme explicou a CNN, foram ainda registadas disparidades entre géneros, raças e etnias. Por exemplo, ser mulher e ter mais habilitações académicas estava significativamente associado a dormir mais todas as noites.

Participantes caucasianos relataram uma duração média de sono de sete horas e nove minutos, já negros ou afro-americanos reportaram uma duração média de sono de 37,9 minutos a menos. Em contrapartida, os asiáticos apresentaram 27,3 minutos a menos do que os voluntários caucasianos. E por fim, os latinos ou brancos hispânicos relataram 15 minutos a menos.

Tags:
Lifestyle

Continue Lendo