quarta-feira, 26 de agosto de 202611:59:12
Pode chover 33%
TV Alagoas
GeralGoverno do Estado divulga lista de isenção do concurso da Polícia Civil de AL; veja prazosMPAL consegue suspensão nacional de aplicativo investigado por crimes sexuais contra criançaGeralMais de 17 quilômetros de ruas recebem pavimentação e drenagem na parte alta de MaceióGeralPrograma Mulheres Mil abre mais de 4 mil vagas gratuitas e amplia oportunidades para mulheres em situação de vulnerabilidadeSaúdeSUS amplia atendimento psicológico para mulheres vítimas de violência; medida pode beneficiar alagoanasGeral'Cheguei chorando e voltei sorrindo': Casa do Autista em Maceió leva acolhimento e esperança a famíliasGeralFacebook falha em filtrar anúncios com desinformação eleitoralGeralHomem desaparece após sair de casa de moto e acompanhado de mulher no Benedito BentesGeralVersões diferentes: namorada é indiciada por incêndio que matou fundador de organizada do CSAGeralCrateras abertas após obra de drenagem preocupam moradores em Rio LargoGeralHomem é flagrado com três crânios humanos dentro de sacolaGeralConheça os chefs do Festival Penedo Sabor & Jazz

Mãe é condenada a 37 anos de prisão por deixar bebê morrer de fome

Redação23 de janeiro de 2024204 visualizações
Mãe é condenada a 37 anos de prisão por deixar bebê morrer de fome

Uma mulher de Arizona, nos Estados Unidos, foi condenada a 37 anos de prisão pela morte da sua filha em 2013 por desnutrição e negligência médica.

Os promotores de justiça do condado de Maricopa reveleram, esta terça-feira, citados pela Associated Press, que Denise Janelle Snow-Ingram, de 48 anos, foi condenada em novembro do ano passado por uma acusação de assassinato em segundo grau e abuso infantil.

As evidências apresentadas no julgamento mostraram que a menina de 16 meses pesava menos de quatro quilos no momento da sua morte, em julho de 2013.

Segundo os promotores, o bebê foi alimentado apenas com aveia, suco de maçã diluído e algumas frutas, mas não recebeu nenhuma fonte de proteína ou cálcio após a interrupção da amamentação. A criança também sofria de raquitismo, uma doença causada pela falta de vitamina D.

A menina acabou morrendo num hospital depois de os serviços de emergência terem sido chamados à casa dos pais após relatos de que a criança não respirava.

Na época, os pais revelaram à polícia que nunca a levaram ao médico por causa das suas crenças religiosas.

Snow-Ingram "permitiu que a sua filha definhasse fisicamente por causa de sua negligência e maus-tratos", afirmou a procuradora do condado de Maricopa, Rachel Mitchell. "Esta era uma criança que não tinha qualquer probabilidade de sobreviver nas mãos dos próprios pais", acrescentou.

A mulher foi condenada a penas de prisão de 20 e 17 anos, a ser cumpridas consecutivamente.

As autoridades revelaram ainda que Ernest Ingram, o pai da menina, foi condenado a uma pena de prisão em 2022 por homicídio negligente e abuso infantil.

Leia Também: Menino que superou Einstein em teste de QI diz que foi "muito fácil"

Tags:
mundo

Continue Lendo