Humanos e macacos possuem o mesmo padrão de ondas cerebrais

Um grupo de pesquisadores descobriu que o cérebro de primatas, inclusive o de humanos, possuem o mesmo padrão de ondas cerebrais.
Um grupo de pesquisadores descobriu que o cérebro de primatas, inclusive o de humanos, possuem o mesmo padrão de ondas cerebrais. Essa descoberta pode ajudar no diagnóstico e tratamento de doenças degenerativas, como Alzheimer e a esquizofrenia.
Para quem tem pressa:
- O estudo descobriu que espécies de macacos, saguis e os humanos possuem o mesmo padrão de ondas cerebrais no córtex;
- Acredita-se que esses padrões estejam relacionados a recepção de informações pelo cérebro;
- Espera-se que novos estudos sejam realizados no futuro para entender mais sobre esses padrões e ajudar no tratamento de doenças.
Acredita-se que as ondas de menor frequência são responsáveis por ditar as informações que saem e as que permanecem no pensamento consciente. Elas são chamadas de ritmos alfa-beta e percorrem o cérebro entre 10 e 30 hz. As ondas mais rápidas refletem os pensamentos conscientes, são chamadas de ritmo gama e variam entre 50 e 150 hz.
Você recebe informações que podem ser representadas por explosões e picos gama. E então você pode ter outro mecanismo para dizer: 'Não me importo mais, desligue isso'. Esse é o trabalho das ondas alfa-beta — arrancar um pensamento do palco para deixar outro entrar.André Bastos, autor sênior do estudo, em resposta ao WordsSideKick.comLeia mais:
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Analisando o cérebro dos primatas

Acredita-se que os padrões em cada espécie de primatas estejam envolvidos nos mesmo processos dos humanos, atuando como um guardião de informações. No entanto, isso não foi analisado no estudo e nem mostrado definitivamente.
Agora, espera-se realizar estudos enquanto os primatas realizam tarefas específicas, ao mesmo tempo que seus cérebros são escaneados, o que não foi feito no estudo. Além disso, os pesquisadores também pretendem investigar se as condições que perturbam o cérebro podem perturbar o padrão de ondas Acredita-se que o Alzheimer e a esquizofrenia estejam relacionadas ao ritmo gama anormal, assim, descobrir mais sobre esse padrão pode ajudar no diagnóstico e tratamento dessas doenças.
Fonte: Olhardigital
