terça-feira, 25 de agosto de 202600:37:08
Pode chover 44%
TV Alagoas
EducaçãoSemed Maceió promove formação em Educação Especial de 25/08 a 01/09EsportesPrefeito Rodrigo Cunha participa de competições no Gigantão em MaceióCulturaAlfarrábios revitalizados atraem visitantes no Centro de MaceióGeralProcon Maceió inaugura núcleo de atendimento no Benedito BentesEducaçãoPrefeito Rodrigo Cunha entrega Gigantinho Bilíngue no Vergel do LagoGeralSemuc orienta motoristas sobre violência contra a mulher em MaceióGeralPrefeitura de Maceió avança na obra do Mercado do JacintinhoEducaçãoAção educativa da PRF em escola de Santana do Ipanema (AL) emociona crianças e rende cartinha de agradecimento feita à mãoEconomiaRecuperação extrajudicial não afeta indenização em Maceió, diz BraskemGeral INSS volta a liberar consignado sem biometria facial para aposentadosGeralPrefeitura e Dnocs iniciam mapeamento para sistemas de abastecimento de água na zona rural de PalmeiraEconomiaDistribuidoras de energia cortam 1 GW para evitar colapso

Dirigente do Fed vê inflação ainda muito alta, mas espera 'ano desinflacionário'

Redação06 de janeiro de 2023387 visualizações
Dirigente do Fed vê inflação ainda muito alta, mas espera 'ano desinflacionário'

O presidente da distrital do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) em St. Louis, James Bullard, reconheceu nesta quinta-feira, 5, que a inflação nos Estados Unidos segue "muito alta", mas projetou que a escalada dos preços deve arrefecer este ano. Em discurso durante evento da CFA Society de St,. Louis, afirmou que o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA melhorou no segundo semestre de 2022, após o recuo no início do ano. Segundo ele, os indicadores não confirmaram a recessão indicada pela retração do PIB nos primeiros trimestres. O dirigente, que não vota nos encontros do Fed neste ano, acrescentou que os juros ainda não estão em níveis "suficientemente restritivos", mas deve alcançar esse patamar em breve. No entendimento dele, os aumentos mais forte dos juros no início do ciclo de aperto ajudaram a manter as expectativas de inflação "relativamente baixas". "Esses fatores podem se combinar para fazer de 2023 um ano desinflacionário", destacou.

Tags:
Economia

Continue Lendo