Bolsonaro faz caminhada e vai a padaria em Guarujá
Presidente passa o carnaval na base militar do Forte dos Andradas e deve retornar a Brasília na terça-feira (25). Bolsonaro durante caminhada em Guarujá (SP), onde [...]
> Presidente passa o carnaval na base militar do Forte dos Andradas e deve retornar a Brasília na terça-feira (25). Bolsonaro durante caminhada em Guarujá (SP), onde passa o carnaval
Reprodução
O presidente Jair Bolsonaro deixou a base militar do Forte dos Andradas em Guarujá, litoral de São Paulo, na manhã desta sábado (22), para ir a uma padaria na cidade, onde encontrou apoiadores. Ele deve ficar na cidade até terça-feira (25).
Durante a caminhada, o presidente para conversar e fazer fotos. Além da padaria, ele foi a dois supermercados.
Bolsonaro chegou ao Guarujá de helicóptero por volta das 17h30 de sexta-feira, em sua quarta visita à Baixada Santista desde a posse.
Em todas as ocasiões, o presidente fica hospedado no Forte dos Andradas, última fortaleza construída no Brasil, inaugurada em 1942, durante a Segunda Guerra Mundial.
Equipes do Exército e da Polícia Federal fazem um esquema de segurança no entorno.
Semana teve atrito entre Planalto e Congresso
O presidente viajou após uma semana na qual discutiu com ministros o texto da reforma administrativa (serviço público), que ainda não foi enviada para análise do Congresso Nacional, e autorizou o envio de homens das Forças Armadas para o Ceará, em razão do motim de policiais militares no estado.
Bolsonaro considera que a proposta de reforma administrativa está “madura” e tem explicado que as mudanças propostas pelo governo só afetarão novos servidores públicos.
A semana ainda foi marcada por novo atrito na relação entre Planalto e Congresso. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), criticou declaração do ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Augusto Heleno, que reclamou de "chantagem" de parlamentares.
Heleno se referiu ao orçamento impositivo. O Congresso deve discutir nos próximos dias vetos do presidente às regras, aprovadas pelos parlamentares, que dão a deputados e senadores maior controle sobre o Orçamento.
Em resposta, Maia disse que a declaração foi “infeliz” e que o ministro se tornou um “radical ideológico”.
Fonte: G1


