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O futuro do creator economy e a tecnologia: uma perspectiva promissora

Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.

Por Redação em 09/07/2024 às 06:01:54

Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.

O mundo digital está em constante evolução, e uma das áreas que segue com maiores e melhores oportunidades no segmento é a creator economy (economia dos criadores). Este fenômeno está relacionado à ascensão de criadores de conteúdo, que geram renda por meio de diversas plataformas e modelos de negócio. Entretanto, ainda é um setor que precisa ser mais bem explorado.

Um estudo recente da Hotmart mostra que esse setor deve movimentar US$ 480 bi até 2027, e que o Brasil tem papel estratégico neste contexto, já que, em 2023, 80 milhões de brasileiros compraram pela internet, de acordo com o NIC.br, na pesquisa TIC Domicílios 2023. A pesquisa ainda destaca que 1/3 dos produtores digitais brasileiros fazem vendas internacionais e 15% da receita de grandes creators já vêm de outros países.

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Os brasileiros ficam o dobro do tempo nas redes sociais em comparação com o restante do mundo, só perdendo para os indianos e indonésios, além de também estarem acima da média mundial em quesito de acompanhamento de influenciadores. Por isso, a tecnologia desempenha um papel essencial no crescimento e na transformação da creator economy.

Hoje, vemos uma imensa opção de ferramentas e plataformas que capacitam os criadores a alcançarem e engajarem suas audiências de maneiras inovadoras. Desde redes sociais até plataformas de crowdfunding e mercados de conteúdo digital, a tecnologia está democratizando o acesso à criação de conteúdo e permitindo que os criadores monetizem seu trabalho de formas antes inimagináveis.

Uma das tendências mais marcantes é o surgimento da realidade aumentada (RA) e da realidade virtual (RV). Essas tecnologias têm o potencial de revolucionar a forma como o conteúdo é consumido, oferecendo experiências imersivas e interativas. Para os criadores, isso gera novas oportunidades para contar histórias e envolver suas audiências, criar conexões e proximidade.

A inteligência artificial (IA) também está desempenhando um papel cada vez mais importante na creator economy. Algoritmos de recomendação ajudam os criadores a alcançarem públicos mais segmentados, enquanto ferramentas de análise de dados fornecem insights valiosos sobre o comportamento e as tendências do mercado. Com essas ferramentas, os influenciadores otimizam seu conteúdo e criam estratégias de monetização mais eficazes.

Apesar de todas as oportunidades que a tecnologia oferece, também surgem mais desafios. Um dos maiores é a questão da propriedade intelectual e dos direitos autorais. À medida que mais e mais conteúdo é gerado e distribuído online, surgem questões sobre quem possui os direitos sobre esse conteúdo e como ele pode ser protegido contra o uso não autorizado.

Outro desafio é a grande concorrência no espaço do creator economy. Com tantos criadores competindo pela atenção das pessoas, pode ser difícil se destacar e construir uma base de fãs leais. Isso significa que os creators precisam constantemente inovar e encontrar maneiras únicas de se destacarem nesse setor tão competitivo.

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No entanto, com os dados citados acima, posso afirmar que o futuro da creator economy é bastante promissor. O grande diferencial para obter sucesso será a capacidade de adaptar-se às mudanças e permanecer ágil e criativo em um ambiente em constante mudança, já que a creator economy é um reflexo da natureza humana de se expressar e se conectar com os outros. Enquanto houver pessoas criativas e uma audiência ávida por conteúdo, a creator economy continuará em crescimento, impulsionado pela tecnologia que o torna possível.

Marcelo Ciasca é CEO da Stefanini Brasil

Os artigos assinados são de responsabilidade exclusiva dos autores e não refletem, necessariamente, a opinião de Forbes Brasil e de seus editores.

Fonte: Forbes Brasil

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