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Dólar e juros de longo prazo caem com fim de cortes da Selic no radar; Ibovespa sobe

O dólar e as taxas dos DIs com prazos mais longos fecharam em queda nesta terça-feira, 14, após a ata do Copom esclarecer detalhes sobre a divergência entre os diretores do Banco Central, mas o tom duro do documento fez as taxas de curtíssimo prazo subirem, com o mercado precificando que a Selic vai parar de cair já na próxima reunião de política monetária em junho, com a taxa básica permanecendo em 10,50% ao ano.

Por Redação em 14/05/2024 às 17:38:04

O dólar e as taxas dos DIs com prazos mais longos fecharam em queda nesta terça-feira, 14, após a ata do Copom esclarecer detalhes sobre a divergência entre os diretores do Banco Central, mas o tom duro do documento fez as taxas de curtíssimo prazo subirem, com o mercado precificando que a Selic vai parar de cair já na próxima reunião de política monetária em junho, com a taxa básica permanecendo em 10,50% ao ano.

O dólar à vista encerrou o dia cotado a R$ 5,130 na venda, em baixa de 0,42%. Em maio, a divisa acumula queda de 1,21%. Já o Ibovespa, índice de referência do mercado acionário brasileiro, subiu 0,25%, a 128.477,81 pontos, de acordo com dados preliminares. Veja cotações.

+ Ata do Copom detalha as razões do racha na última decisão sobre corte da Selic

No fim da tarde, a taxa do DI (Depósito Interfinanceiro) para janeiro de 2025 estava em 10,335%, ante 10,316% do ajuste anterior. Já a taxa do DI para janeiro de 2026 estava em 10,56%, ante 10,583% do ajuste anterior. A taxa para janeiro de 2027 estava em 10,9%, ante 10,974%, enquanto a taxa para janeiro de 2028 estava em 11,19%, ante 11,288%. O contrato para janeiro de 2031 marcava 11,6%, ante 11,727%.

Divulgada antes da abertura do mercado, a ata do último encontro do Comitê de Política Monetária (Copom) do BC trouxe dois pontos de atenção.

Em primeiro lugar, o documento esclareceu que os quatro diretores que votaram por corte de 50 pontos-base da taxa básica Selic — todos indicados pelo governo Lula — estavam preocupados com o cumprimento do “forward guidance” (indicação futura) do BC, que havia apontado para corte de meio ponto neste encontro de maio.

Por outro lado, os cinco dirigentes que votaram por corte de 25 pontos-base — todos indicados antes do governo Lula — estavam mais preocupados com a credibilidade em si do BC no combate à inflação, deixando em segundo plano o “guidance”.

As explicações técnicas trazidas pela ata reduziram em parte os receios de que em 2025, quando se tornar maioria, o grupo de indicados por Lula será mais vulnerável à influência política em suas decisões.

Com isso, a leitura do mercado foi de que o Copom pode parar de cortar a Selic já em junho. “Estamos revisando nosso ‘call’ para a Selic e esperamos que o BC pause o ciclo de flexibilização em 10,50% por enquanto”, disse o J.P. Morgan. Anteriormente, o banco previa mais dois cortes de 0,25 ponto percentual na taxa básica de juros.

Parte do mercado, porém, ainda projeta ao menos mais um corte na taxa básica de juros. "Projetamos, por ora, Selic em 10,25% ao final de 2024, com mais um corte de 25 pontos-base na próxima reunião. No entanto, diante da contínua piora das expectativas de inflação, acreditamos que a chance de não haver mais cortes de juros aumentou", afirmou a equipe econômica do C6 Bank, liderada pelo economista-chefe Felipe Salles, em nota enviada a clientes.

Perto do fechamento desta terça-feira, a precificação da curva a termo refletia 70% de chances de a Selic seguir em 10,50% em junho, contra 30% de probabilidade de corte de 25 pontos-base. Na véspera, antes da ata do Copom, a relação era de 47% para manutenção contra 53% para corte.

Fonte: ISTO É DINHEIRO

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