quarta-feira, 26 de agosto de 202608:42:54
Pode chover 33%
TV Alagoas
GeralFacebook falha em filtrar anúncios com desinformação eleitoralGeralHomem desaparece após sair de casa de moto e acompanhado de mulher no Benedito BentesGeralVersões diferentes: namorada é indiciada por incêndio que matou fundador de organizada do CSAGeralCrateras abertas após obra de drenagem preocupam moradores em Rio LargoGeralHomem é flagrado com três crânios humanos dentro de sacolaGeralConheça os chefs do Festival Penedo Sabor & JazzPolicial“A gente estava sofrendo”: pai de Micael fala sobre notícia da morte de suspeitosGeralConcurso da Sefaz-AL oferece 100 vagas para Auditor Fiscal; veja salário!GeralDivulgado resultado preliminar da perícia para PcD na Guarda MunicipalPolicialTrês são presos suspeitos de tráfico de drogas no Benedito BentesGeralOperação Tapa-Buraco: Prefeitura de Maceió recupera trecho de asfalto próximo ao Shopping MiramarGeralFeirante Marcelo dos Santos mantém tradição familiar no comércio de Maceió

Veículos elétricos são populares na Europa, mas grande parte vem da China; entenda

Redação02 de abril de 2024248 visualizações
Veículos elétricos são populares na Europa, mas grande parte vem da China; entenda

Os veículos elétricos já são populares na Europa, mas grande parte dos modelos vendidos não é fabricado por lá.

Os veículos elétricos já são populares na Europa, mas grande parte dos modelos vendidos não é fabricado por lá.

Um levantamento de uma ONG europeia do setor de transporte mostrou que essa tendência deve aumentar neste ano, com 1/4 dos carros vendidos na União Europeia (UE) sendo importados da China. Isso pode ter consequências para a economia da região, mas há soluções.

Leia mais:

Veículos elétricos rodando na Europa vêm da China!

Os dados fazem parte de artigo da ONG Transport and Environment, que abrange setores de transporte e meio-ambiente. Segundo o levantamento, dos cerca de 300 mil veículos elétricos vendidos na UE em 2023, 19,5% foram fabricados na China e importados.

A ONG prevê que esse número vai aumentar este ano, com os modelos fabricados na China chegando a 25% de participação no mercado europeu. Isso inclui modelos da estadunidense Tesla e da romena Dacia (de propriedade da francesa Renault), mas também de nomes chineses, como a própria BYD.

Veja dados detalhados sobre a participação de cada uma e das expectativas para 2024:

  • Em 2023, a maior importadora de veículos elétricos fabricados na China na UE foi a Tesla, com 28% de participação no total dos importados. Depois, vem a Dacia, com 20%;
  • No entanto, as exportações dos veículos para a UE vem aumentando ao longo do tempo, indo de 0,4% a 7,9% apenas em 2019;
  • Este ano, segundo a ONG, a taxa de aumento deve ser ainda maior, com a BYD, MG, NIO e outras montadoras podendo chegar a 20% de participação no mercado europeu até 2027;

Imagem: Quality Stock Arts/Shutterstock

Prós e contras

De acordo com o InsideEVs, um dos motivos para a importação de carros elétricos ser tão popular na Europa é porque a fabricação na China costuma ser mais barata do que na UE, o que barateia o preço final dos modelos.

No entanto, isso também significa que o dinheiro está saindo do continente e indo para outro país, o que, a longo prazo, enfraquece a indústria e os investimentos no setor na Europa. Afinal, se comprar de fora é mais barato, por que produzir nacionalmente?

byd e tesla
Participação de modelos fabricados na China da Tesla e da BYD devem aumentar no mercado europeu este ano (Imagem: ssi77/Shutterstock)

Soluções para o equilíbrio dos veículos elétricos

A própria ONG propõe algumas soluções para equilibrar a situação. Uma delas é aumentar as tarifas de importação, considerando que a UE já tem direito de importar 10% dos veículos elétricos fabricados na China. Isso encareceria os modelos para o consumidor final, mas alguns continuariam mais baratos do que a média.

Ainda, segundo a T&E, só essa medida aumentaria a arrecadação da UE entre 3 bilhões e 6 bilhões de euros (R$ 16,29 bilhões e R$ 32,58 bilhões, respectivamente, em conversão direta), valor que pode ser reinvestido nas cadeias locais de abastecimento de tecnologia limpa.

Outra alternativa é aumentar a tarifa de importação das células de bateria, já que a Europa tem uma das menores taxas atuais (1,3%, em comparação com 10% das células europeias importadas pela China).

Tags:
Carros elétricosVeículos e tecnologiaUnião europeiaChinaVeículos elétricos

Continue Lendo