quarta-feira, 26 de agosto de 202608:21:21
Pode chover 41%
TV Alagoas
GeralFacebook falha em filtrar anúncios com desinformação eleitoralGeralHomem desaparece após sair de casa de moto e acompanhado de mulher no Benedito BentesGeralVersões diferentes: namorada é indiciada por incêndio que matou fundador de organizada do CSAGeralCrateras abertas após obra de drenagem preocupam moradores em Rio LargoGeralHomem é flagrado com três crânios humanos dentro de sacolaGeralConheça os chefs do Festival Penedo Sabor & JazzPolicial“A gente estava sofrendo”: pai de Micael fala sobre notícia da morte de suspeitosGeralConcurso da Sefaz-AL oferece 100 vagas para Auditor Fiscal; veja salário!GeralDivulgado resultado preliminar da perícia para PcD na Guarda MunicipalPolicialTrês são presos suspeitos de tráfico de drogas no Benedito BentesGeralOperação Tapa-Buraco: Prefeitura de Maceió recupera trecho de asfalto próximo ao Shopping MiramarGeralFeirante Marcelo dos Santos mantém tradição familiar no comércio de Maceió

Palmeiras pede e polícia abre inquérito contra parceira da WTorre por dívida de R$ 128 milhões

Redação31 de maio de 2023249 visualizações
Palmeiras pede e polícia abre inquérito contra parceira da WTorre por dívida de R$ 128 milhões

A pedido do Palmeiras, a polícia abriu um inquérito criminal na terça-feira para investigar a Real Arenas, empresa parceira da WTorre na administração do Allianz Parque.

A pedido do Palmeiras, a polícia abriu um inquérito criminal na terça-feira para investigar a Real Arenas, empresa parceira da WTorre na administração do Allianz Parque. O clube alviverde cobra uma dívida de quase R$ 128 milhões, referente às receitas da arena que não são repassadas desde 2015. As informações são do site GE. A empresa contesta o valor.O documento com a solicitação do Palmeiras foi enviado na última semana ao delegado titular do 23º Distrito Policial de São Paulo. O clube pede para a apuração de possíveis crimes de apropriação indébita e associação criminosa, além do bloqueio de bens, valores e contas da Real Arenas e seus gestores, e a quebra do sigilo bancário da empresa desde novembro de 2014, ano do início da parceria.Segundo o Palmeiras, somente os valores de novembro e dezembro de 2014 e de janeiro a junho de 2015, exceto maio, foram pagos. A dívida é discutida na Justiça desde 2017, por meio de uma ação de execução de título extrajudicial. Como ainda não houve solução nos, o clube levou o tema à polícia. O valor é considerado indiscutível pelo Palmeiras, como consta no inquérito. A Real Arenas, por sua vez, contesta os valores e diz não ter conhecimento sobre o inquérito. A empresa também criticou a presidente Leila Pereira."A dirigente tem desrespeitado de forma reiterada as decisões do Tribunal de Arbitragem, que tramita sob sigilo, e tenta atingir de forma injustificável a reputação da empresa parceira da SEP. Esse novo e despropositado ataque não condiz com a gestão séria da Real Arenas, que investiu na construção do Allianz Parque, reconhecida como melhor arena da América Latina", disse a Real Arenas, em nota."Vemos com perplexidade a mudança repentina de atitude, uma vez que tivemos nos últimos anos negociações pacíficas relacionadas aos créditos e débitos de parte a parte. Também nos causa profunda estranheza que este novo factoide aconteça com a ordem de alguém que é cliente Real Arenas na locação de camarotes e dos serviços para operação deles de forma ininterrupta desde 2017, como gestora da Crefisa. Lamentamos este novo capítulo de falta de respeito às autoridades arbitrais nas tratativas e manteremos nossa postura de tratar os trâmites legais nos fóruns adequados", conclui.O contrato com o Palmeiras vai até 2040, quando chegará ao fim o prazo de exploração do Allianz Parque pela Real Arenas, empresa da WTorre responsável pela gestão da arena.

Tags:
Esporte

Continue Lendo