"O comércio de Palmeira e os trabalhadores do setor irão superar a crise em pouco tempo” afirmou Sérgio Passarinho
O Brasil atinge hoje a grave crise institucional de alcançar a vergonhosa marca de mais 13 milhões de desempregados, como também é absurdo o número de brasileiros que não possuem carteira profissional assinada, além dos que vivem somente dos famosos e inseguros "bicos", forma de sobrevivência das populações de países comprovadamente subdesenvolvidos e governados de forma incompetente, irresponsável e corrupta. o que o atual Governo Federal tem lutado para aliviar e solucionar. Esses dados estarrecedores aumentam sensível e galopantemente com o advento do devastador NOVO CORONAVÍRUS.
Em face da previsão de demissões em massa, grande crise no setor de Saúde Pública e diminuição da renda dos trabalhadores verificados pelo menos ao longo dos últimos 20 anos, o cenário do mercado de trabalho no Brasil ainda é dos piores do mundo. As consequências da recessão refletem em desafios para o trabalhador brasileiro ano após ano. Mas o que os profissionais devem esperar dessa situação que não tem prazo para acabar e como se preparar para enfrentá-la? Triste realidade a de não se enxergar nenhuma luz no fim do túnel ainda. O que todos precisam saber é que o mercado e as opções de trabalho nos Estados e Municípios do Brasil têm amplas possibilidades de se reerguer. Embora o Pnad – Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, realizada pelo IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, apontem para o aumento do desemprego no País – notadamente diante dessa crise mundial da COVID-19 - as ações governamentais e o setor empresarial privado têm se unido para aplacar essa triste realidade. Esse fato serve como alento e fonte de esperança para as famílias o comércio, os comerciários, o setor informal e os profissionais liberais. Segundo um especialista em contas públicas e privadas, o contabilista palmeirense Sérgio Passarinho, particularizando em sua análise a realidade do comércio de Palmeira dos Índios, chega a afirmar que "antes mesmo do que se espera - ou se tem divulgado - em estudos aprofundados, baseados em números nos quais Palmeira aparece resistindo muito nos últimos anos, o nosso município, por meio do seu setor comercial e econômico irá reagir em curto prazo", asseverou Sérgio Passarinho, que encerrou afirmando que o que é mais confiável ainda é a força de trabalho do povo brasileiro, alagoano e palmeirense.




