Luto no jornalismo: morre Bartolomeu Dresch
O gaúcho de Montenegro Luís Bartolomeu Dresch morreu nesta madrugada ao lado de familiares em Maceió. Dresch desembarcou em Alagoas numa tarde de janeiro de 1977.
Jornalista por vocação, atuou nas maiores redações alagoanas. Foi chefe de reportagem do extinto Jornal de Alagoas ( fundado por Assis Chateaubriand), foi repórter especial da Tribuna de Alagoas, quando a mesma era de propriedade do menestrel Teotônio Vilela. No rádio foi âncora na antiga Rádio Palmares AM 710, além de passagens marcantes pela Progresso e Gazeta AM.
Mas foi na TV Alagoas onde o "galego ", carinhosamente chamado por colegas e discípulos, que Bartolomeu Dresch ganhou notoriedade no estado. Na condição de âncora do Alagoas na Tv, comandou um telejornal COM seis horas de duração ao vivo. Foi líder de audiência enquanto esteve no ar.
Nos últimos anos trabalhou na secretaria estadual de comunicação e era blogueiro no jornal Tribuna. Estava casado com Edna lopes. Dresch deixa quatro filhos oriundos de relações anteriores. Fará uma falta enorme para quem milita no jornalismo profissional praticado em Alagoas e no Brasil.




