quarta-feira, 07 de outubro de 202618:28:06
Pode chover 55%
TV Alagoas
EconomiaPetróleo fecha em queda com risco geopolítico e estoques nos EUASaúdeAtendimento materno-infantil e oncológico é referência em Mossoró (RN)PolicialHutis atacam aeroporto no Iêmen antes de voo do CairoGeralPorsche revela teaser de supercarro de motor central para rivalizar com FerrariGeralDMTT realiza batedor para auxiliar mulher em trabalho de parto em MaceióSaúdeMaceió amplia vacinação contra HPV para crianças vítimas de violência sexualGeralIlumina Maceió ilumina viadutos e Avenida Sílvio Viana para Outubro RosaEducaçãoCreches Gigantinhos em Maceió ampliam oportunidades para criançasGeralProcon Maceió divulga pesquisa de preços para o Dia das CriançasGeralPalmeira dos Índios distribui mais de 300 litros de sopa nesta quartaPolíticaOposição busca adiar votação do fim da 6×1 no Senado para após 2º turnoSaúdeMinistério da Saúde e Fiocruz criam laboratório no Ceará para terapia CAR-T

IMA: ação para implementação e realocação de materiais é feita nas Piscinas Naturais da Pajuçara

Redação22 de setembro de 2020

Nesta segunda-feira (21), o Gerenciamento Costeiro (Gerco) do Instituto do Meio Ambiente de Alagoas (IMA/AL), em parceria com a Colônia Z1, realizaram a implementação de materiais para sinalização e fundeio das jangadas nas Piscinas Naturais da Pajuçara. O objetivo é garantir visitações conscientes e que não prejudiquem os recifes de corais do local.

Durante a ação, novas boias e amarrações foram colocadas. Também foram realizadas a realocação das poitas, que são estruturas de concreto com cerca de 300 quilos, além da reposição de cabos.

Segundo Ricardo César, Coordenador do Gerco do Instituto, as poitas servem para que as âncoras das jangadas não venham a danificar os corais. Enquanto que as boias demarcam os locais, sendo úteis na segurança das pessoas e embarcações.

"Vamos continuar essa ação em conjunto com a Colônia Z1, ainda existe a necessidade de mais colocações de cabos novos. Há anos realizamos o ordenamento do uso das piscinas naturais para atendermos a Lei de Crimes Ambientais",expõe César, determinando a continuidade e necessidade das ações.

O Coordenador do Gerenciamento Costeiro explica ainda que a Lei de Crimes Ambientais não permite lançamento de âncoras sobre os bancos de recifes de corais, pois esse tipo de prática acarreta em severos danos ao ambiente marinho.

Para evitar esse crime ambiental, o IMA instala e monitora esses materiais, além de promover educação ambiental para sensibilizar a população sobre essas práticas.

Continue Lendo