quarta-feira, 26 de agosto de 202607:37:14
Pode chover 41%
TV Alagoas
GeralFacebook falha em filtrar anúncios com desinformação eleitoralGeralHomem desaparece após sair de casa de moto e acompanhado de mulher no Benedito BentesGeralVersões diferentes: namorada é indiciada por incêndio que matou fundador de organizada do CSAGeralCrateras abertas após obra de drenagem preocupam moradores em Rio LargoGeralHomem é flagrado com três crânios humanos dentro de sacolaGeralConheça os chefs do Festival Penedo Sabor & JazzPolicial“A gente estava sofrendo”: pai de Micael fala sobre notícia da morte de suspeitosGeralConcurso da Sefaz-AL oferece 100 vagas para Auditor Fiscal; veja salário!GeralDivulgado resultado preliminar da perícia para PcD na Guarda MunicipalPolicialTrês são presos suspeitos de tráfico de drogas no Benedito BentesGeralOperação Tapa-Buraco: Prefeitura de Maceió recupera trecho de asfalto próximo ao Shopping MiramarGeralFeirante Marcelo dos Santos mantém tradição familiar no comércio de Maceió

Evandro e Bruno Schmidt caem nas oitavas no vôlei de praia em Tóquio

Redação02 de agosto de 2021587 visualizações

No domingo, Ágatha e Duda caíram na chave feminina, também pelas oitavas. Com estas quedas, o Brasil segue com duas duplas ainda competindo em Tóquio, uma de cada naipe. Ana Patrícia e Rebecca estão nas quartas de final. E Alison e Álvaro Filho ainda vão jogar pelas oitavas, na manhã desta segunda.

Evandro e Bruno, dupla número 31º do ranking mundial, vinham embalados em Tóquio. Lideraram o Grupo E, com três vitórias na fase anterior. Era a única dupla brasileira em Tóquio que ainda não havia sido derrotada. Mas, contra os letões (32º do ranking), em jogo que começou com sol e terminou com chuva, não conseguiram repetir as boas atuações.

Bruno é o atual campeão olímpico - levou o ouro no Rio-2016 ao lado de Alison. Evandro foi campeão mundial em 2017, quando também faturou o título do Circuito Mundial. Apesar da larga experiência e conquistas, a dupla enfrentou grande obstáculo na reta final de sua preparação para os Jogos. Em fevereiro, Bruno contraiu covid-19 e passou 13 dias internado, sendo cinco deles na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

"Queria jogar mais esse torneio. Estava muito gostoso. O mundo todo prestigiando. Mas paciência. Saio daqui com a sensação de que queria ter mais longe. Mas, quando olho para trás, vejo que fiz o meu máximo. Eu olho para trás e tenho muito orgulho do que eu fiz. Agradeço ao Evandro, que teve paciência mesmo sabendo que eu poderia chegar longe do meu melhor aqui", declarou Bruno, ao fim da partida, em entrevista ao canal SporTV. "Há um mês eu não sabia se estaria aqui."

A dupla brasileira começou o jogo hesitante, com erros bobos, principalmente em tentativas de Evandro de segundo bola. Os letões aproveitaram as chances, abriram vantagem de até três pontos. A reação de Bruno e Evandro foi rápida, buscando a virada para 13/12. O duelo ficou equilibrado em 16/16.

Porém, a dupla da Letônia voltou a abrir frente de dois pontos, graças aos ataques de Plavins em deixadas bem colocadas, neutralizando qualquer chance de bloqueio por parte de Evandro, de 2,10 metros de altura. Com certa tranquilidade, os letões confirmaram a vitória no primeiro set.

Na segunda parcial, o roteiro foi semelhante. Plavins e Tocs iniciaram na frente, apostando nas deixadas de Plavins e nas boas defesas de Tocs. Pelo lado brasileiro, Bruno e Evandro usavam a força nos saques do segundo e nos ataques do primeiro. Bruno, porém, cometia mais erros, apesar de protagonizar os melhores ralis.

A parceria da Letônia botou novamente três pontos de frente. Em dia inspirado, Plavins comandava o time letão. Fazia ponto até de manchete, do fundo da quadra. Com dificuldades para reagir, os brasileiros lutaram até o fim, mas não conseguiram parar os bons fundamentos dos rivais e evitar a eliminação.

"A parte ofensiva deles funcionou muito mais do que a nossa. Aí jogamos com pressão o tempo todo. Mérito deles. Erramos muito no primeiro set", comentou Bruno. "Fico triste porque queria estender o torneio o máximo possível. Mas estou feliz de ter tido oportunidade de estar aqui."

Foi a segunda queda de uma dupla brasileira em Tóquio. No domingo, Ágatha e Duda foram batidas pelas alemãs Laura Ludwig, campeã olímpica no Rio-2016, e Margareta Kozuch. A parceria do Brasil era considerada favorita ao pódio por ocuparem atualmente a liderança do ranking mundial.

Tags:
Esporte

Continue Lendo