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Dia das Mães 2020: o Coronavírus empobrece, mas não destrói o verdadeiro sentido da data no seio das famílias

Redação09 de maio de 2020

Ao comentar sobre a contabilização dos impactos na Economia face à Covid-19, o contador Sérgio Passarinho fala sobre Dia das Mães

Enquanto alguns países já conseguem apontar índices estacionados, e até reduzidos, nos registros de casos da tragédia mundial do Novo Coronavírus, particularmente no Brasil essa realidade é muito mais triste e amedrontadora. Os números de infectados e mortos aumentam de forma assustadora e aterrorizante, além de galopante e com uma velocidade impressionante. Em alguns Estados, já existe o registro de colapsos nas unidades de saúde, com ausência de leitos e equipamentos, como também nas áreas de sepultamentos.

Compondo esses dados estarrecedores, aparecem centenas de milhares de mulheres. São profissionais de Saúde, chefes de família, moradoras de rua, filhas, mães e avós, num contingente crescente e alarmante que, lamentavelmente amargarão um Dia das Mães triste e solitário, como nunca visto; as que ainda vivem, obviamente. Em que pese o auxílio luxuoso da Internet, aparelhos extremamente avançados, redes e mídias sociais, nada, nem nunca, irá substituir o calor dos beijos e abraços. Porém nem todos têm o privilégio de poder contar com as festividades via Internet e seus instrumentos e ferramentas.

Cerca de 45% de todos esses casos atingem, até o momento, o sexo feminino no Brasil. Em todos os quadrantes da Nação há esse universo de mulheres sofrendo ou deixando, de uma vez por todas, a sociedade brasileira e o convívio familiar.

Em entrevista concedida mais uma vez a este site de notícias, ao falar sobre a atual realidade social e econômica do País, o contador e ex-vereador palmeirense Sérgio Passarinho não deixou de destacar e lamentar como será este sofrido Dia das Mães: “É óbvio que é muito triste e não será da mesma forma de anos e décadas anteriores o nosso tão comemorado Dia das Mães. Entretanto, temos que ir buscar forças, em primeiro lugar em Deus e, juntos, onde nem sabemos que temos. Aguentarmos firmes e acreditarmos sempre: essas são as palavras de ordem nesse momento. Mesmo à distância daremos um jeito de homenageá-las e festejar o Divino fato de elas existirem e nos fazerem existir. Em nome de minha saudosa mãe, é que permaneço fazendo esse apelo”, finalizou Passarinho.

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