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Depois de conceder papel limitado à Huawei, Reino Unido pode banir empresa de redes 5G

Redação14 de julho de 2020937 visualizações

Conselho de Segurança Nacional do país se reunirá na terça para decidir participação da companhia na rede. EUA pressionam para bloqueio e impuseram sanções à

Conselho de Segurança Nacional do país se reunirá na terça para decidir participação da companhia na rede. EUA pressionam para bloqueio e impuseram sanções à Huawei. Huawei e ZTE foram designadas como ameaças à segurança nacional dos EUA

Hannibal Hanschke/Reuters

O primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, deve banir a Huawei das redes 5G do país, segundo a agência Reuters. A decisão deve irritar Pequim, mas é apoiada pelo presidente americano, Donald Trump, enquanto os EUA enfrentam a crescente influência econômica e tecnológica da China.

O Conselho de Segurança Nacional do Reino Unido (NSC), presidido por Johnson, se reunirá na terça-feira para discutir a questão da Huawei. O secretário de mídia, Oliver Dowden, anunciará uma decisão à Câmara dos Comuns no final do dia.

Os Estados Unidos pressionaram Johnson a reverter decisão de janeiro de conceder à Huawei um papel limitado nas redes 5G, enquanto Londres ficava apreensiva com a repressão chinesa em Hong Kong, além da percepção de que a China não divulgou todos os fatos sobre o coronavírus.

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Não está claro até onde Johnson irá na terça. As operadoras de telefonia já tinham que limitar o papel da Huawei nas redes 5G em 35% até 2023. Agora, está sendo discutido o corte total da empresa após um período adicional de dois a quatro anos, embora algumas empresas do setor tenham avisado que ir rápido demais pode atrasar a tecnologia e prejudicar seus serviços.

O motivo imediato para banir a Huawei é o impacto de novas sanções dos EUA sobre a tecnologia de chips, que Londres diz afetar a capacidade da empresa de se manter como fornecedora confiável no futuro.

Questionado sobre a Huawei em junho, Johnson disse que protegeria a infraestrutura crítica de "fornecedores estatais hostis". O secretário da Justiça, Robert Buckland, disse nesta segunda-feira (13) que a "prioridade" da decisão seria a segurança nacional.

Fonte: G1

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