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Coberturas vacinais aumentaram em 2022, aponta relatório

Redação06 de setembro de 2023300 visualizações

Um levantamento produzido pelo Observatório de Saúde na Infância (Observa Infância Fiocruz/Unifase) mostrou aumento da cobertura vacinal de diversos imunizantes em 2022, com destaque para o BCG, Pólio, DTP e tetraviral.

Um levantamento produzido pelo Observatório de Saúde na Infância (Observa Infância Fiocruz/Unifase) mostrou aumento da cobertura vacinal de diversos imunizantes em 2022, com destaque para o BCG, Pólio, DTP e tetraviral.

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Esse estudo atualizou a versão anterior publicada no National Library of Medicine, que armazenava dados de até 2021. O projeto da Fiocruz busca analisar a queda sucessiva das coberturas vacinais desde 2015, com destaque aos riscos de descontrole de doenças como a poliomielite ou até mesmo o sarampo.

Coberturas vacinais

  • De acordo com a Agência Brasil, a vacina BCG alcançou um aumento de cobertura de 19,7 pontos percentuais no ano passado, somando 99,5%. Se aplicada desde o nascimento, a vacina pode proteger contra formas graves de tuberculose;
  • Já a vacina injetável contra a poliomielite registrou o crescimento de 19,7 pontos percentuais, ficando em 85,3%;
  • A tríplice bacteriana (DTP), que protege contra difteria, tétano e coqueluche, teve um aumento de 9,1 pontos percentuais, somando 85,5%;
  • Por fim, na tetraviral, que previne sarampo, caxumba, rubéola e varicela, o aumento foi menor, de 3,5 pontos percentuais, chegando a uma cobertura de 59,6%.

Analisando os dados

Durante o levantamento, a equipe utilizou dados de mais de 1,3 bilhão de doses aplicadas no Sistema de Informações do Programa Nacional de Imunizações (SI-PNI), através da plataforma TabNET.

Em seguida, os pesquisadores combinaram essas informações com os dados oficiais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e do Ministério da Saúde (MS).

O VAX*SIM — estudo que cruza bases de dados do Programa Bolsa Família e do acesso à Atenção Primária em Saúde — também foi um forte aliado nessa investigação.

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Covid-19Medicina e saúdeFiocruzVacina

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