Chuvas fortes atingem regiões norte e noroeste do estado do Rio

Entre quinta-feira (6) e o início da manhã de desta segunda-feira, a Defesa Civil do Rio registrou 180 chamados da população. De acordo com a Secretaria Municipal de Ordem Pública, a maioria dos chamados foi para pedir vistoria em imóveis com rachaduras ou infiltrações. Também houve pedidos de atendimento após deslizamentos de terra. Os bairros com maior número de pedidos foram: Tijuca (10), Campo Grande (8), Andaraí (6), Bangu (5), Vila Isabel (5) e Grajaú (5).
Entre os chamados, 31 foram classificados como emergenciais e resultaram na interdição de 30 imóveis, sete no Complexo do Alemão; quatro em Inhaúma; três no Cachambi; dois em Bangu, Senador Camará, Catumbi, Tijuca e Abolição e um em São Cristóvão, Vila Isabel, Andaraí, Centro, Vaz Lobo e Grajaú. Equipes da Defesa Civil ainda estão nas ruas para vistorias e atendimento de chamados da população.
Também na capital, em casos de emergência, a Defesa Civil pode ser acionada pelo do telefone 199.
As condições meteorológicas, o acumulado de chuvas e o nível dos rios estão sendo monitorados pela Defesa Civil estadual, que envia alertas para as regiões com risco de deslizamentos e inundações. Para esta segunda-feira, está prevista chuva fraca a moderada, de forma isolada, em todas as regiões do estado, por causa de uma zona de convergência do Atlântico Sul sobre a Região Sudeste.
A Defesa Civil estadual alerta que ainda há risco de alagamentos e deslizamentos.
Segundo a Defesa Civil, em situações adversas, é preciso ficar atento ao toque das sirenes e às orientações de segurança emitidos. O órgçao sugere que as pessoas se cadastrem para receber no celular alertas de risco de desastres. Basta mandar um SMS com o CEP para o número 40199.
Outra recomendação é montar um kit com itens pessoais básicos, incluindo documentos, receitas médicas, remédios de uso contínuo e cartão do Sistema Único de Saúde (SUS). A população precisa também se informar previamente sobre os locais que funcionarão como abrigos ou pontos de apoio, em caso de emergência. Os telefones que podem ser chamados são o do Corpo de Bombeiros RJ (193) e o da Defesa Civil local (199).
Quanto aos riscos hidrológicos, aconselha-se que uma pessoa da família fique atenta ao nível de subida das águas, inclusive à noite. Se houver elevação e risco de alagar a residência, as pessoas devem retirar aparelhos eletrônicos da tomada, fechar o gás e os registros de água e recolher animais.
Em vias alagadas, não se deve fazer deslocamento a pé ou de carro. O melhor é esperar a água escoar para sair.
No caso de riscos geológicos, é preciso prestar atenção a qualquer movimentação no terreno. Se aparecerem fendas ou depressões, rachaduras nas paredes e inclinação de árvores e postes, ou surgirem minas d’água, deve-se deixar o local e comunicar imediatamente à Defesa Civil. Se a residência está localizada em área de risco alto ou muito alto, as pessoas devem se abrigar em casa de amigos e parentes fora da zona de perigo, ou no ponto de apoio mais próximo, e ali permanecer até a Defesa Civil Municipal autorizar o regresso à moradia.
Com informações da Agência Brasil
Fonte: Notícias ao minuto




