quinta-feira, 08 de outubro de 202600:12:01
Chuva 84%
TV Alagoas
Economia5º Leilão do Eco Invest Brasil capta quase R$ 50 bilhões para investimentos verdesEsportesCalderano busca terceira vitória no China Smash contra alemão hojePolicialNamorado de Isabelle Caracristi é indiciado por violência psicológicaEducaçãoMDHC oferece cinco cursos gratuitos sobre direitos das pessoas com deficiênciaPolicialMPRJ recomenda Maracanã para Vasco x Boca JuniorsCulturaFestival de Cinema Colombiano começa hoje em São PauloEconomiaLeilão do pré-sal arrecada R$ 530 milhões com sete blocosPolíticaEspanha convoca greve geral em resposta a crise habitacionalEconomiaPetróleo fecha em queda com risco geopolítico e estoques nos EUASaúdeAtendimento materno-infantil e oncológico é referência em Mossoró (RN)PolicialHutis atacam aeroporto no Iêmen antes de voo do CairoGeralPorsche revela teaser de supercarro de motor central para rivalizar com Ferrari

ANS pede que planos de saúde não suspendam contratos de inadimplentes durante a pandemia

Redação05 de maio de 2020

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) emitiu uma recomendação aos planos de saúde para evitar a rescisão de contratos de beneficiários inadimplentes durante a pandemia do novo coronavírus . De acordo com a ANS, as regras ainda estão sendo definidas.

Para especialistas do setor, o objetivo é evitar ainda mais pressão e sobrecarrega no sistema público de saúde durante apandemia . Uma das preocupações é com a possível dificuldade, e problemas econômicos e financeiros em empresas privadas que pagam o benefício aos funcionários . Hoje, cerca de 80% dos 47 milhões de clientes de planos fazem parte de contratos coletivos.

A ANS está estudando ainda permitir que as operadoras possam movimentar recursos da ordem de R$ 15 bilhões, que hoje são reservados para situações excepcionais. uma fonte dos recursos extraordinários é o Peona, um fundo de Provisão para Eventos Ocorridos e não Avisados. Na semana passada o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, já tinha determinado a liberação de R$ 10 bilhões de reservas das operadoras.

Além disso, está em revisão a redução na exigência de capital e a liberação de autorização para movimentação de ativos garantidores. Para facilitar o investimento na ampliação de leitos e de unidades ambulatoriais a pacientes com o coronavírus.


Continue Lendo